Arquivo da Categoria ‘Marinha’

Canhões contra a Chibata

sábado, 1 de maio de 2010

 

Em 1910, marinheiros insatisfeitos com os maus-tratos se revoltaram e tomaram parte da frota de navios de guerra do Brasil. Entre ameaças de bombardeio, a capital da nação, o Rio de Janeiro, viveu dias de terror

por Fernando Granato

 

A baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, estava repleta de navios estrangeiros na manhã de 16 de novembro de 1910. As embarcações haviam aportado com autoridades para a posse do marechal Hermes da Fonseca na Presidência da República. No encouraçado Minas Gerais – o maior navio de guerra brasileiro, atracado a poucos metros do cais do porto – o clima não era nada festivo. Ao raiar do dia, toda a tripulação fora chamada ao convés para assistir aos castigos corporais a que seria submetido o marinheiro Marcelino Rodrigues Menezes. Ele tinha ferido a navalhadas o cabo Valdemar Rodrigues de Souza, que o havia denunciado por tentar introduzir no navio duas garrafas de cachaça. Sua pena: 250 chibatadas. Esse seria o estopim para a eclosão da chamada Revolta da Chibata, movimento deflagrado pelos marinheiros contra os maus-tratos, que paralisaria o coração do Brasil por quatro dias e custaria a vida de dezenas de pessoas, entre civis e militares. Quase 94 anos depois, os primeiros documentos reservados sobre o conflito vêm à tona e serão revelados nesta reportagem.

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Hino da Marinha Mercante do Brasil

domingo, 19 de julho de 2009

 

 

CIAGA, Rio de Janeiro, Maio de 1987

 

 

 

Letra:           Marcelo José Dotta da Silva (MARCELO SILVA)

Música:         Maestro Moacyr Geraldo Maciel

Harmonia:     Banda do Corpo de Fuzileiros Navais

 

 

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Terrorismo através da Marinha Mercante

sábado, 4 de julho de 2009

 

Nota: O texto abaixo foi uma colaboração que fiz a um amigo e que faz parte de um capítulo especial do livro “TERRORISMO NO BRASIL E NO MUNDO”,  a ser editado pelo Capitão de Infantaria do Exército Brasileiro, Fabio Amaral.

 

Proteção e Segurança de Navios, Portos e Plataformas de Petróleo

 

O mundo, até poucos anos atrás, dividia-se em dois blocos principais, devido aos efeitos diretos e indiretos da Guerra Fria. Turbulência maior em nossa região era causada pela hostilidade de Cuba aos EUA, além de pequenos atritos de ordem diplomática em outros países latino-americanos.

 

Com o término da polarização entre os protagonistas da Guerra Fria, outros conflitos ideológicos e econômicos preencheram a lacuna deixada. Mas nenhum se tornou tão ameaçador como o terrorismo, principalmente depois da audaciosa missão suicida nos Estados Unidos, em 11 de Setembro de 2001.

 

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Batalha Naval do Riachuelo - Data Magna na Marinha

domingo, 21 de junho de 2009

Batalha Naval de Riachuelo

Batalha Naval de Riachuelo

Em 11 de Junho de 1865, uma sequência de ”atos hostis” levou o Brasil à Guerra do Paraguai, como única forma para a solução das divergências geopolíticas daquela realidade histórica. A guerra durou cinco anos. Sua grande duração foi justificada pela obstinação de D. Pedro II de ver Solano López derrotado por desprezá-lo ao considerá-lo mais um caudilho latino-americano (e, óbviamente, lavar a honra do Brasil, atacado pelas costas). Também se alegou que a irritação do nosso amado e culto Imperador D. Pedro II teria ocorrido após uma proposta de López para casar-se com a princesa Isabel, apesar da alegação de alguns historiadores de que isto nunca ocorreu e tratava-se de uma invenção de um autor norte-americano.

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